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Hábitos saudáveis reduzem risco de ataque cardíaco em mulheres

Os estudos científicos têm apontado que o coração da mulher precisa de atenção redobrada. Mais de 150 mil brasileiras com mais de 50 anos morrem por doenças cardíacas. Na faixa dos 50 anos, elas ficam mais expostas ao risco de infarto do que os homens. Um dos principais motivos é a dificuldade feminina em controlar os níveis de colesterol e a pressão alta.

Além de controlar a hipertensão, as mulheres precisam reduzir outros fatores de risco que têm sido negligenciados: o tabagismo, estresse, sedentarismo, níveis de colesterol e triglicérides, obesidade e taxa alta de açúcar no sangue.

Mulheres que adotam no seu dia a dia práticas saudáveis têm 92% menos risco de sofrerem um ataque cardíaco. Essa foi a conclusão de um estudo com mais de 70 mil mulheres participantes, publicado no periódico Journal of the American College of Cardiology.(*)

Foram considerados hábitos saudáveis não fumar, ter um índice de massa corpórea (IMC) normal, praticar atividade física por pelo menos duas horas e meia por semana, assistir menos de sete horas de televisão por semana, consumir no máximo uma dose de álcool por dia e seguir uma dieta saudável.

Veja abaixo os hábitos saudáveis que ajudam a reduzir o risco das mulheres terem um ataque cardíaco:

1. Controlar os níveis de colesterol –

Um dos principais fatores para evitar acúmulo de gordura na parede das artérias (a chamada aterosclerose) é controlar os níveis de colesterol. Enquanto o colesterol ruim (LDL) deposita gordura na parede das artérias, o colesterol bom (HDL) leva o excesso de gordura para o fígado, de onde ele será eliminado pelo intestino. Taxas saudáveis de LDL e HDL evitam a formação de placas de gordura, que causam coágulos. Seguir uma dieta pobre em gordura saturada e rica em fibras, praticar atividade física e parar de fumar são medidas que ajudam no controle do colesterol.

2. Praticar atividade física –

A atividade física é uma das medidas isoladas mais benéficas para a prevenção do infarto. Hormônios liberados pelo organismo depois do exercício, como a endorfina, relaxam a parede das artérias. A pressão arterial cai, a taxa de glicose diminui e o índice do colesterol bom, que elimina o excesso do colesterol ruim no organismo, se eleva. A recomendação é praticar 30 minutos de atividade física como corrida, caminhada e natação no mínimo três vezes por semana. Mas não esqueça antes de começar a exercitar-se: não dispense orientação do profissional de educação física e também do seu médico.

3. Não fumar –

Substâncias presentes no cigarro, como a nicotina, facilitam a coagulação sanguínea e fazem as placas de gordura se lesionarem com mais facilidade. É de domínio público que o cigarro mata. A melhor escolha é não fumar.

4. Controlar o diabetes –

Altas taxas de açúcar no sangue facilitam a formação das placas de gordura na artéria que, por sua vez, podem ocasionar um coágulo. Isso acontece porque o diabetes enrijece a parede interna do vaso (endotélio), ao alterar seu metabolismo. Além disso, a síndrome desregula o nível de colesterol no sangue, outro fator que favorece a formação de coágulos e a ocorrência do infarto.

5. Evitar o stress –

Quando o organismo está submetido ao stress contínuo, libera uma grande quantidade de noradrenalina, um neurotransmissor que contrai os vasos e favorece a coagulação. O stress crônico aumenta os níveis de pressão arterial e de glicemia.

6. Controlar a hipertensão –

A hipertensão pode causar lesões nas paredes internas das artérias e torná-las menos elásticas e mais predispostas ao endurecimento. Esse processo aumenta o risco de infarto por facilitar o depósito de gordura no vaso e, consequentemente, o desenvolvimento da aterosclerose.

7. Manter o peso ideal –

A obesidade pode levar ao desenvolvimento de hipertensão e diabetes, fatores de risco para o infarto. Por isso, é preciso monitorar a balança. O cálculo do índice de massa corpórea (IMC), medida que relaciona altura, peso e taxa de gordura, ajuda a determinar se o indivíduo está com o peso ideal.

8.Tomar cuidado ao associar anticoncepcionais e tabagismo –

O infarto costuma ser associado ao sexo masculino. A incidência do problema, no entanto, é cada vez maior entre o feminino. Há 30 anos, havia dez homens infartados para cada mulher. Hoje, essa relação é de três homens para cada mulher. Uma das razões é a combinação entre anticoncepcional e tabagismo. O medicamento facilita a coagulação sanguínea, assim como o cigarro.

O Laboratório Bioanálises alerta: “As informações e sugestões contidas neste site têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, exames laboratoriais, profissionais de educação física e outros especialistas.”

Fonte: (*) síntese extraída da Pesquisa  “Healthy Lifestyle in the Primordial Prevention of Cardiovascular Disease Among Young Women​”, da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, Universidade de Saúde Pública Bloomington, com redação da AZV Agência de Conteúdo, Alessandro Azevedo – reg.prof.7743, especial para Ozone Comunicação e Design.